sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Perdi meu coração, em meio ao profundo castanho de um par de olhos, q ainda me olham a distância, como se eu aqui não estivesse...

Mas é fato, aqui não posso estar, visto estar imerso naquele olhar d tempestade, perdido em meio ao furacão, pois onde está meu coração, está meu eu e nem mesmo eu sei onde estou agora, pois me perco a mirar aqueles olhos...
Me perco a relembrar aquele cheiro, aquele gosto d sal, agarrado em minha língua, aquela pele morna estimulando minha pele...
Se sei onde estou é por conta de meus sentidos, mas os mesmo não me valem d nada agora, pois mal sei se o gosto q sinto é uma lembrança, se o cheiro q sinto é uma saudade...
Meus sentidos me enganam...
De nada me valem olhos, ouvidos, mãos, língua, pois sei q não estou ao seu lado agora, mas, no entanto, tudo q sinto me faz sentir v...
Estou perdido, pois não sei onde se encontra, e sem saber onde está, sequer sei onde estou, perdido em meus sentidos...
Quanto d mim sabe onde está? Quanto d mim sabe quem é? Quando eu serei nós novamente?
Teus sabores, tuas texturas... Sem v não existe um nós...
Perdi a segunda pessoa... O eu torna-se pequeno demais...
Conclusão soturna... Perdi nós...
Onde estamos nós?
Mto mais do q materialidades e frívolos títulos, mostre-me QUEM ÉS .
Por que nada substitui a cumplicidade e a empatia existentes num diálogo onde o assunto não termina, a emoção se aflora e a razão enriquece.
Afinal os opostos se distraem, os dispostos se atraem.
Viver, afinal, é a arte de mudar e aprender. Manter a essência ... mas aprender. Mudar.





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